Dra. Izadora Fonseca https://draizadorafonseca.com.br/ Ginecologista Wed, 20 May 2026 17:14:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://draizadorafonseca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Izadora-150x150.png Dra. Izadora Fonseca https://draizadorafonseca.com.br/ 32 32 Já ouviu falar em líquen escleroso? https://draizadorafonseca.com.br/ja-ouviu-falar-em-liquen-escleroso/ https://draizadorafonseca.com.br/ja-ouviu-falar-em-liquen-escleroso/#respond Wed, 20 May 2026 17:13:58 +0000 https://draizadorafonseca.com.br/?p=1235 O líquen escleroso é uma doença inflamatória da pele que pode afetar a região genital, principalmente em mulheres.

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Se você já teve coceira íntima que não melhora, mesmo após vários tratamentos, esse texto pode ser importante para você.

O líquen escleroso é uma doença inflamatória da pele que pode afetar a região genital, principalmente em mulheres. Apesar de não ser tão conhecido, ele é mais comum do que se imagina — frequentemente subdiagnosticado.

Quais são os sintomas?

O principal sintoma é a coceira persistente. Mas não é só isso. Muitas mulheres também relatam:

  • pele mais fina ou com aspecto esbranquiçado
  • ardência ou desconforto
  • dor durante a relação sexual
  • pequenas fissuras ou feridas que demoram a cicatrizar

Com o tempo, se não tratado, o líquen escleroso pode causar alterações na anatomia da região íntima.

Por que o diagnóstico costuma demorar?

Porque ele é frequentemente confundido com candidíase ou alergias. Muitas mulheres passam meses (ou anos) usando pomadas sem melhora real.

Dados de estudos dermatológicos e ginecológicos mostram que o atraso no diagnóstico é comum, principalmente por falta de informação e pela semelhança com outras condições.

Tem tratamento?

Sim — e essa é a parte mais importante.

O líquen escleroso não tem “cura definitiva”, mas tem controle. Com o tratamento correto, é possível:

  • aliviar os sintomas
  • melhorar a qualidade de vida
  • evitar complicações

Quando procurar ajuda?

Se você tem coceira íntima persistente, especialmente se:

  • não melhora com tratamentos comuns
  • volta com frequência
  • vem acompanhada de mudanças na pele

👉 Isso não deve ser ignorado.

O mais importante

Coceira constante não é normal.
Desconforto recorrente não é algo que você precise “se acostumar”.

Quanto antes o diagnóstico é feito, mais simples é o controle.

👉 Se você se identificou com esses sintomas, procure avaliação.
👉 E se quiser entender melhor o seu caso, entre em contato.

Seu corpo está dando sinais — e ouvir isso cedo faz toda a diferença. 💗

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Vacinação contra o HPV pelo SUS para Mulheres que tiveram lesão de alto grau no colo do útero https://draizadorafonseca.com.br/vacinacao-contra-o-hpv-pelo-sus-para-mulheres-que-tiveram-lesao-de-alto-grau-no-colo-do-utero/ https://draizadorafonseca.com.br/vacinacao-contra-o-hpv-pelo-sus-para-mulheres-que-tiveram-lesao-de-alto-grau-no-colo-do-utero/#respond Fri, 10 Apr 2026 13:22:11 +0000 https://draizadorafonseca.com.br/?p=1211 Em março de 2026, foi anunciada a ampliação da vacinação contra o HPV para mulheres que já trataram lesões no colo do útero (como NIC 2, NIC 3 ou adenocarcinoma in situ).

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“Já tratei lesão no colo do útero… ainda vale vacinar?”

Sim — e essa é uma novidade importante!
Em março de 2026, foi anunciada a ampliação da vacinação contra o HPV para mulheres que já trataram lesões no colo do útero (como NIC 2, NIC 3 ou adenocarcinoma in situ).

Mas por quê, se você já teve o problema?


Porque a vacina não trata o que já aconteceu, mas ajuda a reduzir o risco de novas lesões e reinfecção por outros tipos do vírus.

Estudos mostram que a vacinação após o tratamento pode diminuir a chance de recorrência, funcionando como uma proteção extra no seu acompanhamento.

Ou seja:
✨ Não é tarde para se proteger
✨ Não substitui o acompanhamento
✨ Mas pode fazer diferença no longo prazo

Essa é uma estratégia chamada de prevenção secundária — cuidar para que o problema não volte.

Se você já passou por algum tratamento no colo do útero, vale muito conversar sobre isso.

👉 Salve este post para lembrar.
👉 Compartilhe com quem já tratou HPV ou lesões.
👉 E se você se encaixa nesse caso, me chama no direct. Seu cuidado não termina no tratamento — ele continua. 💗

(O conteúdo e as informações dos posts têm caráter informativo e educacional. Não devem ser utilizados para realizar autodiagnóstico ou automedicação. Em caso de dúvidas, consulte seu ginecologista)

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Parou de menstruar ‘cedo demais’? Quando investigar? https://draizadorafonseca.com.br/parou-de-menstruar-cedo-demais-quando-investigar/ https://draizadorafonseca.com.br/parou-de-menstruar-cedo-demais-quando-investigar/#respond Tue, 24 Mar 2026 11:58:07 +0000 https://draizadorafonseca.com.br/?p=1203 Quando a menstruação para antes dos 40 anos, merece uma avaliação mais cuidadosa, ignorar pode atrasar o diagnóstico e o tratamento.

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Ficar sem menstruar pode trazer alívio para algumas mulheres. Mas quando isso acontece antes do esperado, o sinal de alerta precisa acender.

A menopausa natural costuma acontecer, em média, por volta dos 48 a 52 anos. Quando a menstruação para antes dos 40 anos, merece uma avaliação mais cuidadosa. 

E em mulheres mais jovens, qualquer ausência de menstruação por mais de 3 meses (sem gravidez) deve ser investigada.

Cerca de 1% das mulheres podem entrar na menopausa antes dos 40 anos. Pode parecer pouco, mas para quem vive isso, o impacto é grande — físico e emocional.

Mas atenção: nem toda ausência de menstruação é menopausa.

Algumas causas comuns incluem:

  • Estresse intenso
  • Perda ou ganho de peso rápido
  • Excesso de atividade física
  • Alterações hormonais
  • Síndrome dos ovários policísticos
  • Problemas na tireoide
  • Uso ou troca de anticoncepcional

Em outros casos, pode estar relacionada a uma falência precoce dos ovários, que precisa de acompanhamento específico.

Além da ausência de menstruação, podem surgir sintomas como:

  • Ondas de calor
  • Alterações de humor
  • Insônia
  • Ressecamento vaginal
  • Diminuição da libido

Ignorar esses sinais pode atrasar o diagnóstico e o tratamento, além de impactar a saúde óssea e cardiovascular ao longo do tempo.

O primeiro passo é simples: não normalize o que mudou de forma repentina.

Seu ciclo menstrual é um dos principais marcadores da sua saúde hormonal. Se ele parou “cedo demais”, vale investigar. Muitas causas têm tratamento. Outras precisam de acompanhamento adequado para proteger sua saúde a longo prazo.

Quanto antes você entende o que está acontecendo, mais tranquilidade e segurança você tem para decidir os próximos passos.

👉 Se sua menstruação mudou ou parou sem explicação, não espere.
👉 Agende sua consulta e faça uma avaliação completa.
Seu corpo fala — e ouvir cedo faz toda a diferença. 💗

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Colposcopia e menopausa: por que esse cuidado continua sendo essencial? https://draizadorafonseca.com.br/colposcopia-e-menopausa-por-que-esse-cuidado-continua-sendo-essencial/ https://draizadorafonseca.com.br/colposcopia-e-menopausa-por-que-esse-cuidado-continua-sendo-essencial/#respond Wed, 25 Feb 2026 14:36:32 +0000 https://draizadorafonseca.com.br/?p=1192 A colposcopia continua sendo um exame importante mesmo na menopausa, especialmente para quem já teve alterações no colo do útero.

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Muitas mulheres acreditam que, ao entrar na menopausa, os exames ginecológicos deixam de ser necessários. Mas isso é um dos maiores equívocos quando falamos de saúde íntima. A colposcopia continua sendo um exame importante mesmo após o fim da menstruação, especialmente para quem já teve alterações no colo do útero ou histórico de HPV.

Durante a menopausa, ocorre uma queda natural dos hormônios femininos. Essa mudança faz com que o tecido da vagina e do colo do útero fique mais fino, seco e sensível. Essas alterações podem dificultar o exame físico e a realização dos exames ginecológicos e, ao mesmo tempo, favorecer inflamações e reativações de infecções que estavam silenciosas há anos, como o HPV.

A colposcopia é um exame que permite observar o colo do útero de forma mais detalhada, ajudando a identificar alterações que não aparecem nos exames de rotina. Em mulheres na menopausa, ela é especialmente indicada quando:

  • há histórico de HPV ou Papanicolau alterado
  • existe sangramento após a relação ou fora do esperado
  • o preventivo vem com resultado inconclusivo
  • há necessidade de acompanhamento após tratamentos anteriores

Dados de organismos internacionais, como a Organização Mundial da Saúde, mostram que uma parcela significativa dos diagnósticos de alterações no colo do útero ocorre em mulheres acima dos 50 anos, muitas vezes porque o acompanhamento foi interrompido precocemente.

Outro ponto importante: na menopausa, nem sempre há sintomas. 

Muitas alterações são silenciosas. Por isso, esperar sentir dor ou sangramento para procurar ajuda pode atrasar o diagnóstico.

A boa notícia é que, quando alterações são identificadas cedo, o acompanhamento costuma ser simples e eficaz. A colposcopia ajuda a evitar procedimentos desnecessários e também a indicar o tratamento correto quando ele é realmente preciso.

Menopausa não é o fim dos cuidados ginecológicos. É apenas uma nova fase, que exige atenção diferente, mas igualmente importante. Cuidar do colo do útero é cuidar da sua saúde como um todo.

👉 Se você está na menopausa ou se aproximando dessa fase, não deixe seus exames para depois.
👉 Converse com sua ginecologista, tire suas dúvidas e mantenha o acompanhamento em dia.
Prevenção continua sendo a melhor escolha — em qualquer fase da vida. 💗

(O conteúdo e as informações dos posts têm caráter informativo e educacional. Não devem ser utilizados para realizar autodiagnóstico ou automedicação. Em caso de dúvidas, consulte seu ginecologista)

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Mesmo vacinada ainda posso contrair HPV? https://draizadorafonseca.com.br/mesmo-vacinada-ainda-posso-contrair-hpv/ https://draizadorafonseca.com.br/mesmo-vacinada-ainda-posso-contrair-hpv/#respond Thu, 08 Jan 2026 17:48:04 +0000 https://draizadorafonseca.com.br/?p=1185 O HPV possui mais de 200 variações, e a vacina cobre aqueles com maior risco.

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Entenda o que a ciência diz e por que o acompanhamento continua essencial

Mesmo com a vacina sendo uma das maiores conquistas da saúde pública, ainda existe uma dúvida bem frequente: “Se eu me vacinar,  ainda posso pegar HPV?”

A resposta é: depende do tipo do vírus.

A vacina disponível no Brasil — especialmente a versão quadrivalente e agora a nonavalente, aprovada pela Anvisa — protege contra os principais tipos oncogênicos (16 e 18) e contra os mais associados a verrugas genitais (6 e 11). Juntas, essas cepas representam a maior parte dos casos de câncer de colo do útero e lesões pré-cancerosas.

Mas isso não significa proteção total contra todos os subtipos.

O HPV possui mais de 200 variações, e a vacina cobre aqueles com maior risco. Ou seja: você pode até ter contato com um tipo diferente, mas a vacinação reduz drasticamente as chances de desenvolver lesões graves, como NIC e câncer. 

Outro ponto importante: a vacina quanto mais cedo for aplicada, melhor — preferencialmente entre 9 e 14 anos.

Então vale a pena se vacinar mesmo adulta?

Sim! Mesmo quem já teve contato com o vírus pode se beneficiar, porque a vacina protege contra outros tipos que você ainda não teve contato. 

E o acompanhamento continua necessário?

Com certeza. Papanicolau, teste DNA de HPV e colposcopia, quando indicados, seguem essenciais — vacinada ou não.

A vacina é uma poderosa aliada, mas o cuidado completo envolve prevenção, rastreamento e acompanhamento contínuo.

Dra. Izadora Fonseca Chaves

Ginecologista

Colposcopia e Patologia do Trato Genital Inferior

CRM MT 11113 | RQE MT 7868

(O conteúdo e as informações dos posts têm caráter informativo e educacional. Não devem ser utilizados para realizar autodiagnóstico ou automedicação. Em caso de dúvidas, consulte seu ginecologista)

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Indicações da colposcopia https://draizadorafonseca.com.br/indicacoes-da-colposcopia/ https://draizadorafonseca.com.br/indicacoes-da-colposcopia/#respond Thu, 04 Dec 2025 13:48:15 +0000 https://draizadorafonseca.com.br/?p=1180 A colposcopia é uma ferramenta muito importante para avaliar alterações que não aparecem em exames mais simples.

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A colposcopia é um exame fundamental no cuidado ginecológico, especialmente quando o assunto é saúde do colo do útero. 

Apesar de muitas mulheres só ouvirem falar sobre ele depois de um papanicolau alterado, a colposcopia é, na verdade, uma ferramenta muito importante para avaliar alterações que não aparecem em exames mais simples — e entender quando ela é indicada faz toda a diferença para prevenir doenças e garantir cuidado adequado. 

O que é, afinal, a colposcopia?

A colposcopia é um exame que permite observar o colo do útero, a vagina e a vulva com aumento da imagem analisada. Isso ajuda a identificar lesões, inflamações ou alterações causadas principalmente pelo HPV. É simples, rápido e costuma ser indolor.

Quando a colposcopia é indicada?

1. Preventivo (Papanicolau) alterado
Essa é a indicação mais comum. Quando o papanicolau mostra alguma alteração nas células, a colposcopia ajuda a definir se existe uma lesão e direciona a realização da biópsia. .

2. Detectação do HPV de alto risco no exame de rastreio
O rastreio do câncer do colo do útero pelo teste de DNA HPV está cada dia mais comum, com isso vemos na prática o aumento dos casos de pessoas portadoras do vírus do HPV e aumento da necessidade da colposcopia para avaliar precocemente possíveis lesões no colo do útero.

3. Lesões pré-cancerígenas (NIC)
A colposcopia é essencial para diagnosticar e acompanhar alterações como NIC 1, 2 e 3, permitindo definir o tratamento e monitorar possíveis regressões ou progressões.

4. Sangramentos fora do ciclo ou após relação sexual
Esses sintomas podem sugerir alterações no colo, que precisam ser avaliadas mais de perto.

5. Acompanhamento após tratamento de lesões
Mulheres que já trataram lesões no colo do útero precisam de colposcopia periódica com parte do seguimento e vigilância do surgimento de novas lesões. 

6. Avaliação de alterações na vulva ou vagina
Alterações visíveis, desconfortos persistentes ou manchas podem exigir investigação com colposcopia vulvar ou vaginal.

7. Pacientes imunossuprimidas

Por que a colposcopia é tão importante?

Porque ela permite detectar alterações precocemente, antes que evoluam. O INCA reforça que o câncer de colo do útero é prevenível e tratável na grande maioria dos casos — especialmente quando diagnosticado cedo.

A colposcopia é justamente uma das principais ferramentas para isso.

Cuidado é prevenção

A colposcopia não é um exame para se assustar. É, na verdade, uma forma poderosa de garantir que você está no caminho certo no cuidado com sua saúde íntima.

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Indicações do laser íntimo https://draizadorafonseca.com.br/indicacoes-do-laser-intimo/ https://draizadorafonseca.com.br/indicacoes-do-laser-intimo/#respond Mon, 24 Nov 2025 16:57:22 +0000 https://draizadorafonseca.com.br/?p=1154 O laser íntimo age estimulando a produção natural de colágeno e melhorando a circulação local.

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Cuidar da saúde íntima é uma forma de autocuidado e de valorização da mulher em todas as fases da vida. E, nos últimos anos, o laser íntimo tem se tornado um dos procedimentos mais procurados justamente por unir saúde, conforto e autoestima em um único tratamento. 

Mas afinal, em quais situações o laser íntimo é indicado?

O laser íntimo age estimulando a produção natural de colágeno e melhorando a circulação local. Isso promove mais firmeza, lubrificação e vitalidade aos tecidos da região genital — o que pode trazer alívio para diversos desconfortos.

1. Ressecamento e atrofia vaginal
Durante a menopausa, a queda dos hormônios pode causar afinamento da mucosa vaginal, coceira, ardor e dor nas relações. O laser ajuda a restaurar a hidratação e o equilíbrio da região, proporcionando conforto e bem-estar.

2. Incontinência urinária leve
Muitas mulheres sofrem com pequenos escapes de urina ao tossir, rir ou se exercitar. O laser íntimo fortalece os tecidos ao redor da uretra, auxiliando na melhora do controle urinário.

3. Flacidez e estética íntima
Após partos ou com o passar do tempo, é comum sentir alterações na firmeza da região íntima. O laser pode ajudar a devolver a tonicidade, melhorando o aspecto estético e a autoconfiança.

4. Desconforto nas relações sexuais
A falta de lubrificação e a sensibilidade reduzida podem impactar a vida sexual. O laser atua devolvendo elasticidade e sensibilidade à mucosa, tornando as relações mais prazerosas.

O laser íntimo é um tratamento seguro, eficaz e minimamente invasivo, desde que realizado por um profissional capacitado e após uma avaliação individualizada. 

O procedimento é rápido, praticamente indolor e permite retorno imediato às atividades.

Mais do que estética, o laser íntimo é sobre qualidade de vida.
Ele devolve conforto, confiança e bem-estar para mulheres que muitas vezes convivem em silêncio com incômodos que podem ser tratados.

Quer saber se o laser íntimo é indicado para o seu caso?
Agende uma consulta. Vamos conversar sobre o seu corpo, suas queixas e encontrar o tratamento que vai te fazer se sentir bem consigo mesma novamente — de dentro pra fora. 

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HPV pode causar infertilidade? https://draizadorafonseca.com.br/hpv-pode-causar-infertilidade/ https://draizadorafonseca.com.br/hpv-pode-causar-infertilidade/#respond Tue, 14 Oct 2025 09:00:00 +0000 https://draizadorafonseca.com.br/?p=1148 O HPV, por si só, não causa infertilidade, mas pode causar lesões persistentes no colo do útero, exigindo cuidados na fertilidade e gestação.

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Essa é uma das dúvidas comuns no consultório — e a resposta pode surpreender!

O HPV, por si só, não causa infertilidade. A maioria das infecções é transitória: o sistema imunológico consegue eliminar o vírus em até 2 anos, sem deixar sequelas.

Mas atenção: em alguns casos, o HPV pode provocar lesões persistentes no colo do útero. Se não forem acompanhadas e tratadas, essas alterações podem evoluir para quadros mais graves, que exigem cirurgias no colo do útero. E é aí que pode haver impacto na fertilidade ou na gestação, dependendo do tipo de procedimento necessário.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o HPV está ligado a cerca de 95% dos casos de câncer de colo do útero, um dos maiores riscos quando não há diagnóstico precoce. Por isso, a chave não é o medo, mas sim a prevenção e o acompanhamento regular.

A boa notícia é que hoje temos armas poderosas contra o HPV: a vacina, os exames de rotina e a colposcopia, quando indicada. Quanto antes a infecção ou as alterações forem detectadas, menores as chances de complicações futuras.

Resumindo: o HPV não significa infertilidade, mas merece cuidado e atenção.

Você já sabia disso? Prevenção também é um ato de autocuidado! 🌸

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